Nova técnica explica evolução das serpentes.
O grupo internacional de investigadores, liderado por Alexandra Houssaye, investigadora do Museu Nacional d’Histoire Naturelle em Paris, França, conseguiu detectar uma segunda pata graças a este método. O membro, no fóssil de uma antiga serpente – a Eupodophis descouensi –, com 95 milhões de anos e encontrado há dez anos no Líbano, não era invisível à primeira vista.
A pata tem dois centímetros de longitude e esta unida à pélvis da serpente (que devia medir uns 50 centímetros ao todo). Para o estudo, usaram um potente raio-X, e a equipa incluiu ainda cientistas do Laboratório Europeu de Radiação Síncrotron (ESRF) em Grenoble, França, além do Instituto de Tecnologia de Karlsruhe (KIT), na Alemanha.
Até à data, foram encontradas muito poucas serpentes fossilizadas que conservem ossos e patas e, por isso, os paleontólogos consideram esta a chave para estudar estes exemplares.
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OBS: Texto em português de Portugal.
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