<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	xmlns:georss="http://www.georss.org/georss" xmlns:geo="http://www.w3.org/2003/01/geo/wgs84_pos#" xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/"
	>

<channel>
	<title>Blog do NUROF-UFC</title>
	<atom:link href="http://blogdonurof.wordpress.com/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://blogdonurof.wordpress.com</link>
	<description>Répteis e Anfíbios</description>
	<lastBuildDate>Mon, 13 May 2013 17:23:43 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.com/</generator>
<cloud domain='blogdonurof.wordpress.com' port='80' path='/?rsscloud=notify' registerProcedure='' protocol='http-post' />
<image>
		<url>http://0.gravatar.com/blavatar/e3d1a3743249a0e3021ee5a31edab42c?s=96&#038;d=http%3A%2F%2Fs2.wp.com%2Fi%2Fbuttonw-com.png</url>
		<title>Blog do NUROF-UFC</title>
		<link>http://blogdonurof.wordpress.com</link>
	</image>
	<atom:link rel="search" type="application/opensearchdescription+xml" href="http://blogdonurof.wordpress.com/osd.xml" title="Blog do NUROF-UFC" />
	<atom:link rel='hub' href='http://blogdonurof.wordpress.com/?pushpress=hub'/>
		<item>
		<title>Oportunidade de Estágio</title>
		<link>http://blogdonurof.wordpress.com/2013/04/08/oportunidade-de-estagio/</link>
		<comments>http://blogdonurof.wordpress.com/2013/04/08/oportunidade-de-estagio/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 08 Apr 2013 18:43:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>blogdonurof</dc:creator>
		
		<guid isPermaLink="false">http://blogdonurof.wordpress.com/?p=3779</guid>
		<description><![CDATA[O NUROF-UFC abre uma vaga para estágio na área de Extensão Universitária (Divulgação Científica e Educação Ambiental) com ingresso em 2013.1. Os interessados devem comparecer dia 09/04/13 (terça-feira), às 14:00 hrs no NUROF-UFC (Bloco 905) portando Histórico Acadêmico e/ou Escolar e Currículo Vitae.<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=blogdonurof.wordpress.com&#038;blog=14111771&#038;post=3779&#038;subd=blogdonurof&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blogdonurof.files.wordpress.com/2013/04/logo5.png"><img src="http://blogdonurof.files.wordpress.com/2013/04/logo5.png?w=468" alt="logo5"   class="aligncenter size-full wp-image-3780" /></a></p>
<p>O NUROF-UFC abre uma vaga para estágio na área de Extensão Universitária (Divulgação Científica e Educação Ambiental) com ingresso em 2013.1.</p>
<p>Os interessados devem comparecer dia 09/04/13 (terça-feira), às 14:00 hrs no NUROF-UFC (Bloco 905) portando Histórico Acadêmico e/ou Escolar e Currículo Vitae.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/blogdonurof.wordpress.com/3779/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/blogdonurof.wordpress.com/3779/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=blogdonurof.wordpress.com&#038;blog=14111771&#038;post=3779&#038;subd=blogdonurof&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blogdonurof.wordpress.com/2013/04/08/oportunidade-de-estagio/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		<georss:point>-3.718394 -38.543395</georss:point>
		<geo:lat>-3.718394</geo:lat>
		<geo:long>-38.543395</geo:long>
		<media:content url="http://2.gravatar.com/avatar/8e7d58b1a265a90dfda089528e7269be?s=96&#38;d=identicon&#38;r=G" medium="image">
			<media:title type="html">blogdonurof</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://blogdonurof.files.wordpress.com/2013/04/logo5.png" medium="image">
			<media:title type="html">logo5</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>I Semana da Ecologia Animal ocorre de 1º a 5 de Abril no Campus do Pici – UFC</title>
		<link>http://blogdonurof.wordpress.com/2013/03/28/i-semana-da-ecologia-animal-ocorre-de-1o-a-5-de-abril-no-campus-do-pici-ufc-2/</link>
		<comments>http://blogdonurof.wordpress.com/2013/03/28/i-semana-da-ecologia-animal-ocorre-de-1o-a-5-de-abril-no-campus-do-pici-ufc-2/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 28 Mar 2013 04:14:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luantpinheiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blogdonurof.wordpress.com/?p=3770</guid>
		<description><![CDATA[&#160; I Semana da Ecologia Animal (I SEA), é um evento idealizado por estudantes do curso de Ciências Biológicas, integrantes do GDMA (Grupo de Discussão sobre Mamíferos e Aves), da Universidade Federal do Ceará. A I SEA tem diversos objetivos: divulgação científica e das novidades da área, troca de ideias entre profissionais e alunos, atualização [&#8230;]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=blogdonurof.wordpress.com&#038;blog=14111771&#038;post=3770&#038;subd=blogdonurof&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blogdonurof.files.wordpress.com/2013/03/i-sea.png"><img class="alignnone size-full wp-image-3771" alt="I SEA" src="http://blogdonurof.files.wordpress.com/2013/03/i-sea.png?w=468&#038;h=368" width="468" height="368" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>I Semana da Ecologia Animal (I SEA)</strong>, é um evento idealizado por estudantes do curso de Ciências Biológicas, integrantes do GDMA (Grupo de Discussão sobre Mamíferos e Aves), da Universidade Federal do Ceará.</p>
<p>A I SEA tem diversos objetivos: divulgação científica e das novidades da área, troca de ideias entre profissionais e alunos, atualização de profissionais e discussão sobre medidas de conservação de espécies animais. Para isso, contaremos com a participação de profissionais renomados de diversas instituições (a nível local, regional e nacional), dentre eles Weber Girão, pesquisador cearense que se dedica a preservação de várias espécies nativas da Chapada do Araripe, dentre elas o animal-símbolo do evento, o Soldadinho-do-Araripe (<i>Antilophia bokermanni</i>).</p>
<p>Para os amantes dos répteis, fica a dica do Mini-Curso que será ofertado: <strong>Ecologia de Serpentes e Lagartos (Squamata) da Caatinga. </strong>Ministrante:<i> Daniel Passos</i> (Mestrando em Ecologia e Evolução – UERJ).</p>
<p>Fonte: <a href="http://macaati.blogspot.com.br/">http://macaati.blogspot.com.br/</a></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/blogdonurof.wordpress.com/3770/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/blogdonurof.wordpress.com/3770/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=blogdonurof.wordpress.com&#038;blog=14111771&#038;post=3770&#038;subd=blogdonurof&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blogdonurof.wordpress.com/2013/03/28/i-semana-da-ecologia-animal-ocorre-de-1o-a-5-de-abril-no-campus-do-pici-ufc-2/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
	
		<media:content url="http://1.gravatar.com/avatar/dd38f8905737a2343ca757f7e67d2c69?s=96&#38;d=identicon&#38;r=G" medium="image">
			<media:title type="html">luantpinheiro</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://blogdonurof.files.wordpress.com/2013/03/i-sea.png" medium="image">
			<media:title type="html">I SEA</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Notícia: Expedição à Amazônia peruana encontra novas espécies de lagartos</title>
		<link>http://blogdonurof.wordpress.com/2013/03/27/noticia-expedicao-a-amazonia-peruana-encontra-novas-especies-de-lagartos/</link>
		<comments>http://blogdonurof.wordpress.com/2013/03/27/noticia-expedicao-a-amazonia-peruana-encontra-novas-especies-de-lagartos/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 27 Mar 2013 11:58:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luantpinheiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[LAGARTOS]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blogdonurof.wordpress.com/?p=3749</guid>
		<description><![CDATA[Animais foram encontrados próximos à bacia do Rio Huallaga. Répteis foram descritos no periódico científico &#8216;Zookeys&#8217; Cientistas descobriram em uma região da Amazônia peruana duas novas espécies de lagartos. Eles vivem em uma área quase inexplorada, próxima à bacia do Rio Huallaga. Os répteis foram descritos em um estudo científico publicado no periódico “Zookeys” da [&#8230;]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=blogdonurof.wordpress.com&#038;blog=14111771&#038;post=3749&#038;subd=blogdonurof&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<h3>Animais foram encontrados próximos à bacia do Rio Huallaga.<br />
Répteis foram descritos no periódico científico &#8216;Zookeys&#8217;</h3>
<p>Cientistas descobriram em uma região da Amazônia peruana duas novas espécies de lagartos. Eles vivem em uma área quase inexplorada, próxima à bacia do Rio Huallaga. Os répteis foram descritos em um estudo científico publicado no periódico “Zookeys” da última semana.</p>
<p>De acordo com os pesquisadores, os lagartos pertencem ao gênero <em>Enyalioides</em>. Apenas dez espécies deste gênero foram descritas nas Américas do Sul e Central, sendo que nove delas foram achadas no Peru, de acordo com os pesquisadores.</p>
<div class="wp-caption alignnone" style="width: 630px"><img title="Dois exemplares, um macho e uma fêmea, da espécie Enyalioides azulae. (Foto: Reprodução/Zookeys)" alt="Dois exemplares, um macho e uma fêmea, da espécie Enyalioides azulae. (Foto: Reprodução/Zookeys)" src="http://s2.glbimg.com/XQB4NYEWNb2VGnSPPWjXmNP1LXBu2JtfDTgo4HNOFDFIoz-HdGixxa_8qOZvMp3w/s.glbimg.com/jo/g1/f/original/2013/03/22/lagarto1.jpg" width="620" height="371" /><p class="wp-caption-text">Dois exemplares, um macho e uma fêmea, da espécie <em>Enyalioides azulae</em>. Foto: Reprodução/Zookeys.</p></div>
<p>Os dois novos lagartos foram vistos durante expedições recentes feitas em áreas pouco exploradas da Amazônia, mais precisamente no Parque Nacional Cordilheira Azul.</p>
<p>As espécies foram batizadas de <em>Enyalioides azulae</em>, para lembrar que ele foi encontrado na Cordilheira <em>Azul </em> e <em>Enyalioides binzayedi</em>, em homenagem ao xeque Mohamed Bin Zayed Al Nahyan, dos Emirados Árabes Unidos, um dos financiadores da expedição.</p>
<div class="wp-caption alignnone" style="width: 630px"><img title="Exemplar da espécie Enyalioides binzayedi, um dos lagartos encontrados na Amazônia peruana. Foto: Reprodução/Zookeys" alt="Exemplar da espécie Enyalioides binzayedi, um dos lagartos encontrados na Amazônia peruana (Foto: Reprodução/Zookeys)" src="http://s2.glbimg.com/2FtiZy2aQgv4lNSt-S8NU95anoC35vedgusG-0JQfGJIoz-HdGixxa_8qOZvMp3w/s.glbimg.com/jo/g1/f/original/2013/03/22/lagarto3.jpg" width="620" height="394" /><p class="wp-caption-text">Exemplar da espécie Enyalioides binzayedi, um dos lagartos encontrados na Amazônia peruana. Foto: Reprodução/Zookeys</p></div>
<p>O Parque Nacional Cordilheira Azul abrange áreas de várzea da floresta amazônica e também florestas em montanhas. A biodiversidade local é considerada rica. Em 2002, por exemplo, cientistas encontraram 58 novos anfíbios e 26 répteis.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: <a href="http://g1.globo.com/natureza/noticia/2013/03/expedicao-amazonia-peruana-encontra-novas-especies-de-lagartos.html">http://g1.globo.com</a></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/blogdonurof.wordpress.com/3749/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/blogdonurof.wordpress.com/3749/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=blogdonurof.wordpress.com&#038;blog=14111771&#038;post=3749&#038;subd=blogdonurof&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blogdonurof.wordpress.com/2013/03/27/noticia-expedicao-a-amazonia-peruana-encontra-novas-especies-de-lagartos/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
	
		<media:content url="http://1.gravatar.com/avatar/dd38f8905737a2343ca757f7e67d2c69?s=96&#38;d=identicon&#38;r=G" medium="image">
			<media:title type="html">luantpinheiro</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://s2.glbimg.com/XQB4NYEWNb2VGnSPPWjXmNP1LXBu2JtfDTgo4HNOFDFIoz-HdGixxa_8qOZvMp3w/s.glbimg.com/jo/g1/f/original/2013/03/22/lagarto1.jpg" medium="image">
			<media:title type="html">Dois exemplares, um macho e uma fêmea, da espécie Enyalioides azulae. (Foto: Reprodução/Zookeys)</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://s2.glbimg.com/2FtiZy2aQgv4lNSt-S8NU95anoC35vedgusG-0JQfGJIoz-HdGixxa_8qOZvMp3w/s.glbimg.com/jo/g1/f/original/2013/03/22/lagarto3.jpg" medium="image">
			<media:title type="html">Exemplar da espécie Enyalioides binzayedi, um dos lagartos encontrados na Amazônia peruana. Foto: Reprodução/Zookeys</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>A maior lagartixa das Caatingas, Phyllopezus periosus</title>
		<link>http://blogdonurof.wordpress.com/2013/02/27/a-maior-lagartixa-das-caatingas-phyllopezus-periosus/</link>
		<comments>http://blogdonurof.wordpress.com/2013/02/27/a-maior-lagartixa-das-caatingas-phyllopezus-periosus/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 27 Feb 2013 20:14:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>passosdc</dc:creator>
		
		<guid isPermaLink="false">http://blogdonurof.wordpress.com/?p=3729</guid>
		<description><![CDATA[Nós já apresentamos ao caro leitor, em contribuições anteriores, várias curiosidades sobre as lagartixas (relembre em: A bribinha da Caatinga), inclusive citando algumas informações sobre a “Briba” Phyllopezus periosus (veja em: As lagartixas e suas peculiaridades), espécie que iremos conhecer em mais detalhes nesta postagem. Figura 01. Indivíduo jovem de Phyllopezus periosus. Fotografia de Daniel Passos. Esta lagartixa é endêmica [&#8230;]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=blogdonurof.wordpress.com&#038;blog=14111771&#038;post=3729&#038;subd=blogdonurof&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">Nós já apresentamos ao caro leitor, em contribuições anteriores, várias curiosidades sobre as lagartixas (relembre em: <a title="A bribinha da Caatinga" href="http://blogdonurof.wordpress.com/2012/02/10/a-bribinha-da-caatinga/" target="_blank">A bribinha da Caatinga</a>), inclusive citando algumas informações sobre a “Briba” <i>Phyllopezus periosus</i> (veja em: <a title="As lagartixas e suas peculiaridades" href="http://blogdonurof.wordpress.com/2011/12/28/as-lagartixas-e-suas-peculiaridades/" target="_blank">As lagartixas e suas peculiaridades</a>), espécie que iremos conhecer em mais detalhes nesta postagem.</p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://blogdonurof.files.wordpress.com/2013/02/pperiosus-jovem.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-3731" alt="Phyllopezus periosus (jovem)" src="http://blogdonurof.files.wordpress.com/2013/02/pperiosus-jovem.jpg?w=468&#038;h=312" width="468" height="312" /></a></p>
<p style="text-align:center;">Figura 01. Indivíduo jovem de <em>Phyllopezus periosus. </em>Fotografia de Daniel Passos.</p>
<p style="text-align:justify;">Esta lagartixa é endêmica da Caatinga, ocorrendo em remanescentes de vegetação pouco impactada (áreas relictuais) no Nordeste do Brasil, com distribuição abrangendo os estados de Alagoas, Ceará, Paraíba, Pernambuco e Rio Grande do Norte (Rodrigues, 1986; Freire et al., 2000; Rodrigues, 2003; Roberto &amp; Brito, 2004).</p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://blogdonurof.files.wordpress.com/2013/02/pp4md.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-3730" alt="Phyllopezus periosus" src="http://blogdonurof.files.wordpress.com/2013/02/pp4md.jpg?w=468&#038;h=312" width="468" height="312" /></a></p>
<p style="text-align:center;">Figura 02. Indivíduo adulto de <em>Phyllopezus periosus</em>. Fotografia de Daniel Passos.</p>
<p style="text-align:justify;">Embora esta espécie tenha sido descrita há mais de 25 anos (Rodrigues, 1986), somente nos últimos anos foram descobertas informações detalhadas sobre a biologia de <i>Phyllopezus periosus </i>(Figura 1 e 2). Em 2011, a equipe do NUROF-UFC registrou a ocorrência de desovas comunais para a espécie, contribuindo para o conhecimento de suas estratégias reprodutivas (Lima et al., 2011). Mais recentemente, outra pesquisa ecológica revelou que estes lagartos são estritamente noturnos, iniciando suas atividades logo após o anoitecer e permanecendo ativos até quase o nascer do sol (Passos et al., 2013). Quanto ao uso do habitat, foi descoberto que a espécie pode ser encontrada predominantemente em substratos rochosos, principalmente na superfície e em fendas de afloramentos de rocha, localmente denominados “lajedos”. Além disso, esta pesquisa demonstrou que <i>Phyllopezus periosus</i>, é tão grande quanto o geco amazônico <i>Thecadactylus rapicauda.</i> Portanto, ambas as espécies constituem as duas maiores lagartixas conhecidas até o momento no Brasil, podendo alcançar cerca de 25 cm de comprimento total.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p><strong>Por: Daniel Passos, membro do NUROF-UFC</strong></p>
<p align="center"><strong>REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS</strong></p>
<p style="text-align:justify;">FREIRE, E. M. X.; R. N. FEIO &amp; POMBAL JR. J. P. 2000.<strong> <i>Phyllopezus periosus</i>. Geographical distribution.</strong><strong> </strong>Herpetological Review, 31: 54.</p>
<p style="text-align:justify;">LIMA, D. C.; PASSOS, D. C. &amp; BORGES-NOJOSA, D. M. 2011. <strong>Communal nests of <i>Phyllopezus periosus</i>, an endemic gecko of the Caatinga of northeastern Brazil.  </strong>Salamandra, 47: 227-228.</p>
<p style="text-align:justify;">PASSOS, D. C.; ZANCHI, D. &amp; ROCHA, C. F. D. 2013. <strong>Basking in shadows and climbing in the darkness: microhabitat use, daily activity and thermal ecology of the gecko <i>Phyllopezus periosus</i> Rodrigues, 1986. </strong>Herpetozoa, 25: 171-174.<strong></strong></p>
<p style="text-align:justify;">ROBERTO, I. J. &amp; BRITO P. T. P. 2004.<strong> <i>Phyllopezus periosus</i>. Geographical distribution. </strong>Herpetological Review, 35: 409.</p>
<p style="text-align:justify;">RODRIGUES, M. T. 1986.<strong> Uma nova espécie do gênero <i>Phyllopezus</i> de Cabaceiras, Paraíba, Brasil, com comentários sobre a fauna de lagartos da área. </strong>Papéis Avulsos de Zoologia, 36: 237–250.</p>
<p style="text-align:justify;">RODRIGUES, M. T. 2003.<strong> Herpetofauna da Caatinga, pp. 181–236. </strong>In: Leal, I. R.; Tabarelli, M. &amp; Silva J. M. C. (eds.). Ecologia e Conservação da Caatinga. Recife, Universidade Federal de Pernambuco.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/blogdonurof.wordpress.com/3729/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/blogdonurof.wordpress.com/3729/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=blogdonurof.wordpress.com&#038;blog=14111771&#038;post=3729&#038;subd=blogdonurof&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blogdonurof.wordpress.com/2013/02/27/a-maior-lagartixa-das-caatingas-phyllopezus-periosus/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>2</slash:comments>
	
		<media:content url="http://0.gravatar.com/avatar/921c240124f9c6888e081a67edaa453d?s=96&#38;d=identicon&#38;r=G" medium="image">
			<media:title type="html">passosdc</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://blogdonurof.files.wordpress.com/2013/02/pperiosus-jovem.jpg?w=468" medium="image">
			<media:title type="html">Phyllopezus periosus (jovem)</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://blogdonurof.files.wordpress.com/2013/02/pp4md.jpg?w=468" medium="image">
			<media:title type="html">Phyllopezus periosus</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Parece, mas não é: Tuatara</title>
		<link>http://blogdonurof.wordpress.com/2013/01/31/parece-mas-nao-e-tuatara/</link>
		<comments>http://blogdonurof.wordpress.com/2013/01/31/parece-mas-nao-e-tuatara/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 31 Jan 2013 11:15:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>passosdc</dc:creator>
				<category><![CDATA[LAGARTOS]]></category>
		<category><![CDATA[Parece mas não é]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blogdonurof.wordpress.com/?p=3705</guid>
		<description><![CDATA[Antes de conhecermos o personagem principal deste “Parece, mas não é”, eu gostaria de convidar o caro leitor a observar atentamente a imagem abaixo (Figura 1). Que animal é esse? Em que grupo podemos incluí-lo? Quais seus “parentes” (grupos biológicos) próximos? Figura 1. Tuatara adulta (Sphenodon punctatus). Fotografia de Cristiano Nogueira. É provável que muitos leitores [&#8230;]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=blogdonurof.wordpress.com&#038;blog=14111771&#038;post=3705&#038;subd=blogdonurof&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">Antes de conhecermos o personagem principal deste “Parece, mas não é”, eu gostaria de convidar o caro leitor a observar atentamente a imagem abaixo (Figura 1). Que animal é esse? Em que grupo podemos incluí-lo? Quais seus “parentes” (grupos biológicos) próximos?</p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://blogdonurof.files.wordpress.com/2013/01/tuatara-2.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-3706" alt="tuatara 2" src="http://blogdonurof.files.wordpress.com/2013/01/tuatara-2.jpg?w=300&#038;h=200" width="300" height="200" /></a></p>
<p style="text-align:center;">Figura 1. Tuatara adulta (<i>Sphenodon punctatus</i>). Fotografia de Cristiano Nogueira.</p>
<p style="text-align:justify;">É provável que muitos leitores do blog do NUROF-UFC tenham pensado: “ora Daniel . . . é um lagarto, um réptil escamado, “parente” das serpentes!”. No entanto, eu informo a vocês que o animal em questão não se trata de um lagarto, pelo menos não da forma como costumamos caracterizá-los e reconhecê-los. Esta confusão é bem comum entre a população em geral, tendo em vista a imensa semelhança destes animais com os lagartos “verdadeiros”. Entretanto, os cientistas especialistas em répteis classificam esta criatura em um grupo distinto, os Sphenodontia.</p>
<p style="text-align:justify;">Na verdade, este réptil lacertiforme que pode atingir  60 cm de comprimento é denominado Tuatara. Este nome é proveniente da língua indígena dos povos Maori e significa “espinhos nas costas”. De forma geral, estes animais têm aparência muito similar aos lagartos iguanídeos, compartilhando várias características morfológicas com os demais répteis lepidossauros (Lepidosauria), que agrupam os lagartos, as anfisbenas, as serpentes, além das próprias tuataras. Como exemplo, estes animais se assemelham pela presença da fenda cloacal transversal e a capacidade de trocar a camada externa da epiderme por inteiro periodicamente (ecdise).</p>
<p style="text-align:justify;">Apesar das similaridades, diversas características permitem distinguir as Tuataras dos lagartos. Morfologicamente, as Tuataras são destituídas de ouvidos externos (Figura 2), bem como de órgãos copuladores. Além disso, o crânio destes animais apresenta várias particularidades como o tipo de dentição (acrodonte), o número de fileiras de dentes (duas na maxila superior) e a forma da fenestra temporal inferior (completamente delimitada). Ecologicamente, as Tuataras são tipicamente noturnas, apresentando temperaturas corpóreas relativamente baixas (entre 12 e 16 ºC) quando comparadas a outros répteis. Estes animais se alimentam principalmente de insetos e outros artrópodes, embora possam ocasionalmente consumir lagartos, aves e até outras Tuataras jovens. A reprodução das Tuataras também difere grandemente dos padrões encontrados nos demais répteis escamados. As fêmeas põem de 8 a 15 ovos em cada evento reprodutivo, o período de incubação dos ovos dura cerca de 15 meses e, além disso, as Tuataras levam mais de 10 anos para atingir sua maturidade sexual.</p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://blogdonurof.files.wordpress.com/2013/01/tuatara-1.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-3707" alt="tuatara 1" src="http://blogdonurof.files.wordpress.com/2013/01/tuatara-1.jpg?w=300&#038;h=200" width="300" height="200" /></a></p>
<p style="text-align:center;">Figura 2. Cabeça de um Tuatara (<i>Sphenodon punctatus</i>). Fotografia de Cristiano Nogueira.</p>
<p style="text-align:justify;">Atualmente existem apenas duas espécies de Tuataras, <i>Sphenodon punctatus</i> (Gray, 1842) e <i>Sphenodon guntheri</i> (Buller, 1877). Ambas as espécies são endêmicas da Nova Zelândia, ocorrendo nos costões rochosos das ilhas costeiras ao norte do país. As Tuataras são legalmente protegidas desde 1895 e, embora <i>S. punctatus</i> ocorra em várias ilhas, <i>S. guntheri</i> ocorre em somente uma, demonstrando a relativa importância da conservação destas espécies.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Por: Daniel Passos, membro do NUROF-UFC</strong></p>
<p style="text-align:center;"><strong>BIBLIOGRAFIA CONSULTADA</strong></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:13px;">HUTCHINS, M.; MURPHY, J. B. &amp; SCHLAGER, N. </span><span style="font-size:13px;">2003. <strong>Reptiles</strong>. In: </span><strong>Grzimek’s Animal Life Encyclopedia.</strong> Thomsom Gale, Farmington Hills.</p>
<p style="text-align:justify;">POUGH, H. F.; JANIS, C. M. &amp; HEISER, J. B. 2008. <strong>A vida dos vertebrados</strong>. 4ª ed. São Paulo: Atheneu.</p>
<p style="text-align:justify;">ZUG, G. R.; VITT, L. J. &amp; CALDWELL, J. P. 2001. <strong>Herpetology: An introductory biology of </strong><strong>amphibians and reptiles</strong>. 2nd ed. California: Academic Press.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/blogdonurof.wordpress.com/3705/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/blogdonurof.wordpress.com/3705/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=blogdonurof.wordpress.com&#038;blog=14111771&#038;post=3705&#038;subd=blogdonurof&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blogdonurof.wordpress.com/2013/01/31/parece-mas-nao-e-tuatara/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>2</slash:comments>
	
		<media:content url="http://0.gravatar.com/avatar/921c240124f9c6888e081a67edaa453d?s=96&#38;d=identicon&#38;r=G" medium="image">
			<media:title type="html">passosdc</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://blogdonurof.files.wordpress.com/2013/01/tuatara-2.jpg?w=300" medium="image">
			<media:title type="html">tuatara 2</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://blogdonurof.files.wordpress.com/2013/01/tuatara-1.jpg?w=300" medium="image">
			<media:title type="html">tuatara 1</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Clipagem: O atendimento de animais silvestres em clínicas de pequenos animais</title>
		<link>http://blogdonurof.wordpress.com/2013/01/29/clipagem-o-atendimento-de-animais-silvestres-em-clinicas-de-pequenos-animais/</link>
		<comments>http://blogdonurof.wordpress.com/2013/01/29/clipagem-o-atendimento-de-animais-silvestres-em-clinicas-de-pequenos-animais/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 29 Jan 2013 16:29:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gabrielacavalcante</dc:creator>
				<category><![CDATA[ANFÍBIOS]]></category>
		<category><![CDATA[Crocodilianos]]></category>
		<category><![CDATA[LAGARTOS]]></category>
		<category><![CDATA[QUELÔNIOS (Tartarugas, Cágados e Jabutis)]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde de répteis e anfíbios]]></category>
		<category><![CDATA[SERPENTES]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blogdonurof.wordpress.com/?p=3690</guid>
		<description><![CDATA[Com a crescente verticalização das moradias, é cada vez mais comum à criação de animais não convencionais nos lares, por estes ocuparem menor espaço, serem de fácil manejo e manutenção. Ainda, desde os tempos mais remotos, os animais silvestres sempre tiveram presentes nas casas, impulsionados pelo crescente número de criatórios registrados no IBAMA. Com isso, é [&#8230;]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=blogdonurof.wordpress.com&#038;blog=14111771&#038;post=3690&#038;subd=blogdonurof&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Com a crescente verticalização das moradias, é cada vez mais comum à <strong>criação de animais não convencionais nos lares</strong>, por estes ocuparem menor espaço, serem de fácil manejo e manutenção. Ainda, desde os tempos mais remotos, os animais silvestres sempre tiveram presentes nas casas, impulsionados pelo crescente número de criatórios registrados no IBAMA.</p>
<p>Com isso, é cada vez mais frequente a presença destes na clínica de pequenos animais e o clínico deve estar preparado para fornecer as corretas orientações de manejo, ambiente de criação, nutrição, biologia aplicada, entre outros; assim como saber como abordar, conter, examinar, tratar e manter internado este paciente tão diferente dos animais domésticos convencionais. O correto conhecimento dos tópicos apresentados é crucial para o sucesso do profissional que pretende oferecer a seus clientes um serviço pleno na clínica de pequenos animais.</p>
<p>A criação de <strong><a href="http://www.cptcursospresenciais.com.br/cursos/animais-silvestres/curso-de-animais-silvestres-e-nao-convencionais-na-clinica-de-pequenos-animais" target="_blank">animais não convencionais e silvestres</a> </strong>tem se tornado uma prática comum nos lares. O que eleva a demanda de atendimento especializado para estes animais.</p>
<p>O animal silvestre é diferente de um cachorro e de um gato. Ele se estressa mais fácil, às vezes é difícil de segurar e ainda por cima pode bicar e morder.</p>
<p>A anatomia e fisiologia únicas dos répteis, aves e mamíferos silvestres, tornam os procedimentos cirúrgicos nestes animais bastante diferentes daqueles empregados em cães e gatos.</p>
<p>A abordagem cirúrgica requer equipamentos especiais de acesso e acompanhamento do paciente no transoperatório, como anestesia inalatória, monitores cardíacos, oxímetro de pulso, Doppler vascular, bomba de infusão e em alguns casos deve-se valer de serras cirúrgicas específicas para cascos e bicos.</p>
<p>As clínicas que atendem<a href="http://www.cptcursospresenciais.com.br/cursos/animais-silvestres/curso-de-animais-silvestres-e-nao-convencionais-na-clinica-de-pequenos-animais" target="_blank"><strong> animais silvestres</strong> </a>devem valer do maior número de métodos diagnósticos para descobrir as afecções que acometem aves, répteis e pequenos mamíferos, pois, muitas delas apenas podem ser descobertas com o uso de raios-X. Os posicionamentos radiográficos não são os mesmos adotados em cães e gatos e algumas vezes é preciso anestesiar os animais. E o profissional que vai prestar o atendimento precisa ser capacitado para poder lidar com as principais situações ocorridas na clínica de pequenos animais.</p>
<p><strong>Leia também:</strong> <a href="http://blogdonurof.wordpress.com/2010/10/25/meu-bichinho-de-estimacao-e-silvestre/">Meu bichinho de estimação é silvestre</a> </p>
<p><strong>Fonte:</strong> CPT Cursos Presenciais</p>
<p><strong>Adaptação:</strong> Revista Veterinária</p>
<p><strong>Disponível em: </strong> <a href="http://www.revistaveterinaria.com.br/2013/01/08/o-atendimento-de-animais-silvestres-em-clinicas-de-pequenos-animais/">RevistaVeterinaria.com.br</a> </p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/blogdonurof.wordpress.com/3690/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/blogdonurof.wordpress.com/3690/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=blogdonurof.wordpress.com&#038;blog=14111771&#038;post=3690&#038;subd=blogdonurof&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blogdonurof.wordpress.com/2013/01/29/clipagem-o-atendimento-de-animais-silvestres-em-clinicas-de-pequenos-animais/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
	
		<media:content url="http://2.gravatar.com/avatar/8097d95cd480780e7b124a9fa1db8974?s=96&#38;d=identicon&#38;r=G" medium="image">
			<media:title type="html">gabrielacavalcante</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Notícia: Nova espécie de lagarto africano tem pele sem pigmentação</title>
		<link>http://blogdonurof.wordpress.com/2013/01/17/noticia-nova-especie-de-lagarto-africano-tem-pele-sem-pigmentacao/</link>
		<comments>http://blogdonurof.wordpress.com/2013/01/17/noticia-nova-especie-de-lagarto-africano-tem-pele-sem-pigmentacao/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 17 Jan 2013 13:39:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luantpinheiro</dc:creator>
		
		<guid isPermaLink="false">http://blogdonurof.wordpress.com/?p=3683</guid>
		<description><![CDATA[Animal adaptado à vida subterrânea é da Ilha de Madagascar. Seu nome científico faz referência à baleia Moby Dick. O Centro Nacional de Pesquisa Científica, da França, divulgou uma imagem de uma nova espécie de lagarto fossorial &#8211; adaptado à vida subterrânea &#8211; da Ilha de Madagascar, na África. A espécie foi batizada de Sirenoscincus mobydick. [&#8230;]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=blogdonurof.wordpress.com&#038;blog=14111771&#038;post=3683&#038;subd=blogdonurof&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<h3>Animal adaptado à vida subterrânea é da Ilha de Madagascar.<br />
Seu nome científico faz referência à baleia Moby Dick.</h3>
<p>O Centro Nacional de Pesquisa Científica, da França, divulgou uma imagem de uma nova espécie de lagarto fossorial &#8211; adaptado à vida subterrânea &#8211; da Ilha de Madagascar, na África. A espécie foi batizada de <em>Sirenoscincus mobydick</em>.</p>
<div class="wp-caption alignnone" style="width: 462px"><img title="Imagem mostra nova espécie de lagarto que vive em Madagascar, na África (Foto: AFP/ CNRS)" alt="Cientistas encontram nova espécie de lagarto fossorial em Madagascar (Foto: AFP/ CNRS)" src="http://s2.glbimg.com/7pUEdIr1yaGPT_Me2gZa8AJaZ_iLwt891FquWS42ycCTx7mSmU2By4UfdfxUTP3V/s.glbimg.com/jo/g1/f/original/2013/01/15/000_par7441214.jpg" width="452" height="339" /><p class="wp-caption-text">Imagem mostra nova espécie de lagarto que vive em Madagascar, na África (Foto: AFP/ CNRS)</p></div>
<p>O nome faz referência a Moby Dick, a famosa baleia cachalote albina imaginada pelo escritor americano Herman Melville, com quem a nova espécie divide várias características, como a falta de membros posteriores, a presença de nadadeiras como membros anteriores, olhos muito reduzidos, e a completa ausência de pigmentação.</p>
<p>Fonte: <a title="g1.globo.com" href="http://g1.globo.com/natureza/noticia/2013/01/nova-especie-de-lagarto-africano-tem-pele-sem-pigmentacao.html">G1.globo.com</a></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/blogdonurof.wordpress.com/3683/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/blogdonurof.wordpress.com/3683/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=blogdonurof.wordpress.com&#038;blog=14111771&#038;post=3683&#038;subd=blogdonurof&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blogdonurof.wordpress.com/2013/01/17/noticia-nova-especie-de-lagarto-africano-tem-pele-sem-pigmentacao/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
	
		<media:content url="http://1.gravatar.com/avatar/dd38f8905737a2343ca757f7e67d2c69?s=96&#38;d=identicon&#38;r=G" medium="image">
			<media:title type="html">luantpinheiro</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://s2.glbimg.com/7pUEdIr1yaGPT_Me2gZa8AJaZ_iLwt891FquWS42ycCTx7mSmU2By4UfdfxUTP3V/s.glbimg.com/jo/g1/f/original/2013/01/15/000_par7441214.jpg" medium="image">
			<media:title type="html">Imagem mostra nova espécie de lagarto que vive em Madagascar, na África (Foto: AFP/ CNRS)</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Os números de 2012</title>
		<link>http://blogdonurof.wordpress.com/2013/01/02/os-numeros-de-2012/</link>
		<comments>http://blogdonurof.wordpress.com/2013/01/02/os-numeros-de-2012/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 02 Jan 2013 17:36:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>blogdonurof</dc:creator>
				<category><![CDATA[ANFÍBIOS]]></category>
		<category><![CDATA[Animais Peçonhentos]]></category>
		<category><![CDATA[Crocodilianos]]></category>
		<category><![CDATA[LAGARTOS]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[NUROF-UFC nas Nuvens]]></category>
		<category><![CDATA[QUELÔNIOS (Tartarugas, Cágados e Jabutis)]]></category>
		<category><![CDATA[SERPENTES]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blogdonurof.wordpress.com/?p=3671</guid>
		<description><![CDATA[Se 2012 foi um ano muito bom para os herpetólogos de plantão, aguardem por textos, curiosidades e discussões ainda melhores em 2013! Ótimo 2013 para todos nós e para toda a herpetologia! Lá vamos nós! Aqui está um excerto: 19,000 people fit into the new Barclays Center to see Jay-Z perform. This blog was viewed [&#8230;]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=blogdonurof.wordpress.com&#038;blog=14111771&#038;post=3671&#038;subd=blogdonurof&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Se 2012 foi um ano muito bom para os herpetólogos de plantão, aguardem por textos, curiosidades e discussões ainda melhores em 2013! Ótimo 2013 para todos nós e para toda a herpetologia! Lá vamos nós!</p>
<p><a href="http://blogdonurof.wordpress.com/2012/annual-report/"><img alt="" src="http://www.wordpress.com/wp-content/mu-plugins/annual-reports/img/2012-emailteaser.png" width="100%" /></a></p>
<p>Aqui está um excerto:</p>
<blockquote><p>19,000 people fit into the new Barclays Center to see Jay-Z perform. This blog was viewed about <strong>120.000</strong> times in 2012. If it were a concert at the Barclays Center, it would take about 6 sold-out performances for that many people to see it.</p></blockquote>
<p><a href="http://blogdonurof.wordpress.com/2012/annual-report/">Clique aqui para ver o relatório completo</a></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/blogdonurof.wordpress.com/3671/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/blogdonurof.wordpress.com/3671/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=blogdonurof.wordpress.com&#038;blog=14111771&#038;post=3671&#038;subd=blogdonurof&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blogdonurof.wordpress.com/2013/01/02/os-numeros-de-2012/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		<georss:point>-3.718394 -38.543395</georss:point>
		<geo:lat>-3.718394</geo:lat>
		<geo:long>-38.543395</geo:long>
		<media:content url="http://2.gravatar.com/avatar/8e7d58b1a265a90dfda089528e7269be?s=96&#38;d=identicon&#38;r=G" medium="image">
			<media:title type="html">blogdonurof</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://www.wordpress.com/wp-content/mu-plugins/annual-reports/img/2012-emailteaser.png" medium="image" />
	</item>
		<item>
		<title>Lagartos canibais</title>
		<link>http://blogdonurof.wordpress.com/2012/12/31/lagartos-canibais/</link>
		<comments>http://blogdonurof.wordpress.com/2012/12/31/lagartos-canibais/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 31 Dec 2012 12:57:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>passosdc</dc:creator>
				<category><![CDATA[LAGARTOS]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blogdonurof.wordpress.com/?p=3659</guid>
		<description><![CDATA[O consumo de lagartos por outras espécies de lagartos, fenômeno conhecido como saurofagia, tem sido reportado para várias espécies Neotropicais. Estes eventos podem parecer raros, no entanto, nos últimos anos têm se registrado ocorrência deste comportamento para diversas famílias de lagartos, tais como Gekkonidae, Gymnophtalmidae, Liolaemidae, Phyllodactylidae, Scincindae, Teiidae e Tropiduridae (Siqueira &#38; Rocha, 2008). [&#8230;]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=blogdonurof.wordpress.com&#038;blog=14111771&#038;post=3659&#038;subd=blogdonurof&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">O consumo de lagartos por outras espécies de lagartos, fenômeno conhecido como saurofagia, tem sido reportado para várias espécies Neotropicais. Estes eventos podem parecer raros, no entanto, nos últimos anos têm se registrado ocorrência deste comportamento para diversas famílias de lagartos, tais como Gekkonidae, Gymnophtalmidae, Liolaemidae, Phyllodactylidae, Scincindae, Teiidae e Tropiduridae (Siqueira &amp; Rocha, 2008). Como exemplos de saurofagia, podemos citar o consumo da “lagartixa” (<i>Hemidactylus mabouia</i>) pelo “calango” (<i>Tropidurus torquatus</i>) (Galdino &amp; Van Sluys, 2004; Figura 1) e a predação da “tijubina” (<i>Cnemidophorus ocellifer</i>) pelo “calango” (<i>Tropidurus hispidus</i>) (Zanchi et al., 2012; Figura 2).</p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://blogdonurof.wordpress.com/2012/12/31/lagartos-canibais/torquatus-canibal/" rel="attachment wp-att-3660"><img class="aligncenter size-medium wp-image-3660" alt="" src="http://blogdonurof.files.wordpress.com/2012/12/torquatus-canibal.jpg?w=300&#038;h=200" width="300" height="200" /></a></p>
<p style="text-align:center;">Figura 1. Indivíduo macho, adulto de <em>Tropidurus torquatus</em>.</p>
<p style="text-align:justify;">O canibalismo, por sua vez, consiste em um tipo específico de saurofagia, em que lagartos se alimentam de indivíduos de sua própria espécie. Esta tendência canibal parece ser particularmente mais comum em espécies de hábitos alimentares generalistas, estando associada ao comportamento predatório oportunista (Mayntz &amp; Toft, 2006). No Brasil, diversas espécies de lagartos realizam canibalismo, geralmente envolvendo a predação de juvenis por indivíduos adultos (Siqueira &amp; Rocha, 2008).</p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://blogdonurof.wordpress.com/2012/12/31/lagartos-canibais/t-hispidus-canibal/" rel="attachment wp-att-3661"><img class="aligncenter size-medium wp-image-3661" alt="" src="http://blogdonurof.files.wordpress.com/2012/12/t-hispidus-canibal.jpg?w=300&#038;h=225" width="300" height="225" /></a></p>
<p style="text-align:center;">Figura 2. Indivíduo macho, adulto de <em>Tropidurus hispidus</em>.</p>
<p style="text-align:justify;">Entre os lagartos brasileiros, os do gênero <i>Tropidurus</i> (Figuras 1 e 2) se destacam entre as espécies canibais, existindo registros para pelo menos 5 espécies: <i>Tropidurus hispidus</i> (Sales et al., 2011), <i>Tropidurus hygomi </i>(Dias &amp; Rocha, 2004), <i>Tropidurus torquatus</i> (Kiefer et al., 2006; Figura 3),<i> Tropidurus oreadicus</i> (Araújo, 1987) e<i> Tropidurus montanus</i> (Kiefer &amp; Sazima, 2002).</p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://blogdonurof.files.wordpress.com/2012/12/canibais.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-3679" alt="OLYMPUS DIGITAL CAMERA" src="http://blogdonurof.files.wordpress.com/2012/12/canibais.jpg?w=300&#038;h=200" width="300" height="200" /></a></p>
<p style="text-align:center;">Figura 3. Indivíduo fêmea, adulta de <em>Tropidurus torquatus, </em>consumindo um indivíduo juvenil da mesma espécie. Fotografia de Edicarlos Silva.</p>
<p style="text-align:justify;">Com todo o exposto, eu espero ter transmitido aos leitores um pouco mais sobre os hábitos alimentares dos lagartos brasileiros, demonstrando que o canibalismo, em vez de estranho e raro, pode constituir um fenômeno mais comum e frequente do que se imagina.</p>
<p><strong>Por: Daniel Passos, membro do NUROF-UFC</strong></p>
<p align="center"><strong>REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS</strong></p>
<p style="text-align:justify;">ARAÚJO, A.F.B. 1987. <b>Comportamento alimentar dos lagartos: o caso dos <i>Tropidurus</i> do grupo <i>torquatus</i> da serra dos Carajás, Pará (Sauria: Iguanidae)</b>. Anais de Etologia, 5: 203-234.</p>
<p style="text-align:justify;">DIAS, E. J. R. &amp; ROCHA, C.F.D. 2004. <b><i>Tropidurus hygomi</i></b><b>. Juvenile predation. </b>Herpetological Review, 35: 398-399.</p>
<p style="text-align:justify;">GALDINO, C.A.B &amp; VAN SLUYS, M. 2004. <b><i>Tropidurus torquatus</i>. Saurophagy</b>. Herpetological Review, 35: 173.</p>
<p style="text-align:justify;">KIEFER, M.C.; SIQUEIRA, C.C.; VAN SLUYS, M. &amp; ROCHA, C.F.D. 2006. <b><i>Tropidurus torquatus</i></b><b>. </b><b>Prey</b>. Herpetological Review, 37: 475‑476.</p>
<p style="text-align:justify;">KIEFER, M.C. &amp; SAZIMA, I. 2002. <b><i>Tropidurus montanus</i></b><b>. Cannibalism. </b>Herpetological Review, 33: 136.</p>
<p style="text-align:justify;">MAYNTZ, D. &amp; TOFT, S. 2006. <b>Nutritional value of cannibalism and the role of starvation and nutrient imbalance for cannibalistic tendencies in a generalist predator</b>. Journal of Animal Ecology, 75: 288-297.</p>
<p style="text-align:justify;">SALES, R.F.D.; JORGE, J.S.; RIBEIRO, L.B. &amp; FREIRE, E.M.X. 2011. <b>A case of cannibalism in the territorial lizard <i>Tropidurus hispidus</i> (Squamata: Tropiduridae) in Northeast Brazil</b>. Herpetology Notes, 4: 265-267.</p>
<p style="text-align:justify;">SIQUEIRA, C.C &amp; ROCHA, C.F.D. 2008 <b>Predation by lizards as a Mortality source for Juvenile lizards in Brazil. </b>South American Journal of Herpetology, 3: 82-87.</p>
<p style="text-align:justify;">ZANCHI, D.; PASSOS, D.C.P &amp; BORGES-NOJOSA, D.M.B. 2012. <b><i>Tropidurus hispidus</i>. Saurophagy</b>. Herpetological Review, 43: 141-142.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/blogdonurof.wordpress.com/3659/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/blogdonurof.wordpress.com/3659/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=blogdonurof.wordpress.com&#038;blog=14111771&#038;post=3659&#038;subd=blogdonurof&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blogdonurof.wordpress.com/2012/12/31/lagartos-canibais/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>6</slash:comments>
	
		<media:content url="http://0.gravatar.com/avatar/921c240124f9c6888e081a67edaa453d?s=96&#38;d=identicon&#38;r=G" medium="image">
			<media:title type="html">passosdc</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://blogdonurof.files.wordpress.com/2012/12/torquatus-canibal.jpg?w=300" medium="image" />

		<media:content url="http://blogdonurof.files.wordpress.com/2012/12/t-hispidus-canibal.jpg?w=300" medium="image" />

		<media:content url="http://blogdonurof.files.wordpress.com/2012/12/canibais.jpg?w=300" medium="image">
			<media:title type="html">OLYMPUS DIGITAL CAMERA</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>O &#8220;terceiro olho&#8221; dos lagartos</title>
		<link>http://blogdonurof.wordpress.com/2012/11/30/o-terceiro-olho-dos-lagartos/</link>
		<comments>http://blogdonurof.wordpress.com/2012/11/30/o-terceiro-olho-dos-lagartos/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 30 Nov 2012 23:48:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>passosdc</dc:creator>
				<category><![CDATA[LAGARTOS]]></category>
		<category><![CDATA[Lagartos]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blogdonurof.wordpress.com/?p=3621</guid>
		<description><![CDATA[Os leitores fascinados por lagartos, assim como eu, já devem ter observado, pelo menos uma vez, a presença de uma pequena abertura localizada no topo da cabeça dos lagartos, na região atrás dos olhos (Figura 1). Desde minha infância, esta característica tem me incitado a saber mais sobre seu nome, estrutura e função. Figura 1. [&#8230;]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=blogdonurof.wordpress.com&#038;blog=14111771&#038;post=3621&#038;subd=blogdonurof&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:left;">Os leitores fascinados por lagartos, assim como eu, já devem ter observado, pelo menos uma vez, a presença de uma pequena abertura localizada no topo da cabeça dos lagartos, na região atrás dos olhos (Figura 1). Desde minha infância, esta característica tem me incitado a saber mais sobre seu nome, estrutura e função.</p>
<p><a href="http://blogdonurof.wordpress.com/2012/11/30/o-terceiro-olho-dos-lagartos/terceiro-olho-1/" rel="attachment wp-att-3622"><img class="aligncenter size-full wp-image-3622" alt="terceiro olho 1" src="http://blogdonurof.files.wordpress.com/2012/11/terceiro-olho-1.jpg?w=468&#038;h=361" height="361" width="468" /></a></p>
<p style="text-align:center;">Figura 1. &#8220;Terceiro olho&#8221; (ponto cinza no centro do círculo azul) de um indivíduo adulto de <em>Tropidurus hispidus</em>.</p>
<p style="text-align:justify;">Em busca de sanar minha curiosidade, descobri, através da bibliografia específica, que o órgão em questão é chamado de “olho parietal”, “olho pineal” ou “terceiro olho” (Stebbins &amp; Wilhoft, 1966). Este órgão não é exclusivo dos lagartos, estando também presente em organismos como lampreias (Petromyzontoidea), salamandras (Caudata) e outros répteis como as tuataras (Sphenodontia). Mesmo entre os lagartos, nem todas as espécies possuem este &#8220;terceiro olho&#8221;, apesar de ele estar presente em várias, senão na maioria das espécies.</p>
<p style="text-align:justify;">Este órgão foi descrito pela primeira vez em 1872 por Leydig. Entretanto, a primeira evidência de sua sensibilidade à luz só foi reportada por Nowikoff em 1907. Devido a sua estrutura aparentemente simples, em comparação com olhos “verdadeiros”, por muito tempo o &#8220;terceiro olho&#8221; dos lagartos foi tido como um órgão vestigial. No entanto, hoje sabe-se que este órgão é funcional, desempenhando importante papel na sobrevivência dos lagartos que o possuem.</p>
<p style="text-align:justify;">Quanto à estrutura deste órgão, embora mais simples, sua forma geral é similar a dos olhos laterais (córnea, lente e retina), com exceção de não apresentar pálpebras e musculatura associada (Figura 2). Além disso, estudos demonstraram a existência de células fotoreceptoras em sua retina, à semelhança dos cones encontrados nas retinas dos olhos laterais (Eakin &amp; Westfall 1959). Posteriormente, também foi evidenciada a presença de fibras neuronais formando um nervo que interliga a retina do &#8220;terceiro olho&#8221; ao cérebro (Stebbins &amp; Eakin, 1958, Eakin &amp; Westfall, 1960), comprovando que este órgão é neurologicamente funcional nos lagartos (Miller &amp; Wolbarsht, 1962).</p>
<p><a href="http://blogdonurof.wordpress.com/2012/11/30/o-terceiro-olho-dos-lagartos/terceiro-olho-3-2/" rel="attachment wp-att-3624"><img class="aligncenter size-full wp-image-3624" alt="terceiro olho 3" src="http://blogdonurof.files.wordpress.com/2012/11/terceiro-olho-31.jpg?w=468&#038;h=312" height="312" width="468" /></a></p>
<p style="text-align:center;">Figura 2. &#8220;Terceiro olho&#8221; (ponto cinza no centro do círculo azul) de um indivíduo adulto de <em>Copeoglossum nigropunctatum</em>.</p>
<p style="text-align:justify;">O &#8220;terceiro olho&#8221; dos lagartos desempenha uma função fundamentalmente reguladora na atividade dos lagartos, atuando sobre os ciclos de atividade diária e sazonal (Stebbins &amp; Wilhoft, 1966). Especificamente, o &#8220;terceiro olho&#8221; influencia o tempo de exposição à luz do sol, a taxa de deslocamento e a seleção de ambientes para termorregulação nos lagartos (Stebbins &amp; Eakin, 1958). Assim, este órgão age indiretamente como um medidor de luz e temperatura, indicando se as condições ambientais estão ou não adequadas à atividade dos lagartos.</p>
<p><strong>Por: Daniel Passos, membro do NUROF-UFC</strong></p>
<p style="text-align:center;"><strong>REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS</strong></p>
<p>EAKIN, R. M &amp; WESTFALL, J. A. 1959. <b>Fine structure of the retina in the reptilian third eye.</b> Journal of Biophysical and Biochemical Cytology, 6: 133-134.</p>
<p>EAKIN, R. M &amp; WESTFALL, J. A. 1960. <b>Further observations on the fine structure of the parietal eye of lizards.</b> Journal of Biophysical and Biochemical Cytology, 8: 483-499.</p>
<p>LEYDIG, F. 1872. <b>Die in Deutschland lebenden Arten der Saurier.</b> Tünbingen, H. Laupp’sche Buchhandlung.</p>
<p>MILLER, W. H. &amp; WOLBARSHT, M. L. 1962. <b>Neural activity in parietal eye of a lizard</b>. Science, 135: 316.</p>
<p>NOWIKOFF, M. 1907. <b>Uber das parietalauge von <i>Lacerta agilis</i> und <i>Anguis fragilis</i>.</b> Biologisches Centralblatt Erlangen, 27: 405-414.</p>
<p>STEBBINS, R. C. &amp; EAKIN, R. M. 1958. <b>The role of the &#8220;third eye&#8221; in reptilian behavior</b>. American Museum novitates, 1870: 1-40</p>
<p>STEBBINS, R. C. &amp; WILHOFT, D. C. 1966. <strong>The Galápagos: Proceedings of the Symposia of the Galápagos International Scientific Project. </strong>Berkeley, University of California Press.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/blogdonurof.wordpress.com/3621/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/blogdonurof.wordpress.com/3621/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=blogdonurof.wordpress.com&#038;blog=14111771&#038;post=3621&#038;subd=blogdonurof&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blogdonurof.wordpress.com/2012/11/30/o-terceiro-olho-dos-lagartos/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>6</slash:comments>
	
		<media:content url="http://0.gravatar.com/avatar/921c240124f9c6888e081a67edaa453d?s=96&#38;d=identicon&#38;r=G" medium="image">
			<media:title type="html">passosdc</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://blogdonurof.files.wordpress.com/2012/11/terceiro-olho-1.jpg" medium="image">
			<media:title type="html">terceiro olho 1</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://blogdonurof.files.wordpress.com/2012/11/terceiro-olho-31.jpg" medium="image">
			<media:title type="html">terceiro olho 3</media:title>
		</media:content>
	</item>
	</channel>
</rss>
