Você já ouviu falar da Cobra-real (Ophiophagus hannah)?

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Figura 1. Retrato de uma cobra-real (Ophiophagus hannah). Créditos:© Bo Jonsson.

Você já teve curiosidade em saber qual é a maior cobra venenosa do planeta? A cobra-real ou cobra-rei ocupa essa posição com orgulho digno da realeza, podendo alcançar, quando adulta, um tamanho de em média 3 a 4 metros de comprimento e em alguns casos raros pode passar os 5 metros. Essa serpente é nativa das florestas tropicais e planícies da Índia, do sul da China e do sudeste da Ásia, possui uma coloração que varia muito de acordo com a região, possui um capuz (também pode ser chamado de capelo e é utilizado para que a serpente aparente ser maior do que é realmente) e consegue levantar até um terço do seu corpo quando se sente ameaçada ou está caçando, ou seja, seria o suficiente para ela olhar no olho de uma pessoa adulta. Apesar do grande porte e da aparência de durona, ela não possui um dos venenos mais fortes entre as serpentes, o segredo dela está na quantidade, injetando neurotoxinas suficientes para derrubar um elefante ou 20 pessoas.

King Cobra

Figura 2. Retrato de uma Cobra-real (Ophiophagus hannah). Créditos: Australia Zoo.

Antes de tomar um susto e se desesperar com ela, saiba que a cobra-rei evita bastante o contato com seres humanos (sempre que possível) e emite sons de alerta quando está se sentindo ameaçada que parece com um grunhido de cachorro, mas se tornam bem agressivas quando encurraladas. A alimentação dessas cobras da realeza é interessante, elas se alimentam principalmente de outras serpentes (Quer saber mais sobre cobras com esse mesmo hábito? Acesse: Cobra que bebe leite? Um pouco mais sobre a Pseudoboa nigra, a cobra preta! ) , o próprio nome do gênero faz menção a essa característica de  “comedora de serpentes” (Ophiophagus), mas elas também se alimentam de pequenos mamíferos, lagartos e ovos. A Cobra-rei apresenta uma característica bem peculiar e única entre as serpentes do mundo todo: elas fazem ninhos e protegem os ovos até que os filhotes nasçam.

Gostou de saber um pouco mais sobre essas incríveis serpentes de “sangue azul”? Surgiu alguma dúvida?Deixe seu comentário!

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Figura 3. Retrato do corpo de uma Cobra-real (Ophiophagus hannah). Créditos: Gettyimages (E. Hanumantha Rao)

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Figura 4. Retrato de uma Cobra-real (Ophiophagus hannah). Créditos: Gettyimages (Thomas Marent/Minden Pictures)

 

Referências:

https://www.nationalgeographic.com/animals/reptiles/k/king-cobra/ > Acesso em: 28 de Julho de 2018.

https://super.abril.com.br/mundo-estranho/quais-sao-as-maiores-cobras-do-planeta/ > Acesso em : 28 de Julho de 2018.

https://www.arkive.org/king-cobra/ophiophagus-hannah/ > Acesso em : 28 de Julho de 2018.

https://video.nationalgeographic.com/video/til/170113-sciex-til-sandesh-kadur-king-cobras-cannibals > Acesso em: 30 de Julho de 2018.

Scientific American 88, 176 (1903)
doi:10.1038/scientificamerican03071903-176 > Acesso em: 30 de Julho de 2018.

Scientific American 196, 114 – 122 (1957)
doi:10.1038/scientificamerican0157-114 > Acesso em : 30 de Julho de 2018.

Lim, K. K., Leong, T. M., & Lim, F. L. (2011). The king cobra, Ophiophagus hannah (Cantor) in Singapore (Reptilia: Squamata: Elapidae). Nature in Singapore4, 143-156. > Acesso em :30 de Julho de 2018.

Mais artigos sobre a Cobra-Rei:

http://reptile-database.reptarium.cz/species?genus=Ophiophagus&species=hannah&search_param=%28%28search%3D%27ophiophagus+hannah%27%29%29 > Acesso em: 30 de Julho de 2018.

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Uma nova espécie de “cobra-de-duas-cabeças” foi descoberta na Caatinga!

As anfisbenas, popularmente conhecidas como “cobra-de-duas-cabeças”, são répteis pertencentes ao grupo dos Squamatas junto com as cobras e os lagartos. Esses animais possuem hábitos fossoriais, sendo assim difíceis de serem visualizados normalmente. Porém em época de chuvas costumam sair do solo devido a este ficar alagado (Se interessou? Leia mais sobre no texto: Quem são as cobras-de-duas-cabeças? Cobras de duas cabeças?).

Devido sua dificuldade de detecção, durante muito tempo esses animais foram pouco amostrados em coletas, principalmente nas regiões da Caatinga, Cerrado e Chaco. Até a década de 90, existiam apenas nove espécies registradas para a Caatinga. Entre 1991 e 2017 foram registradas mais 13 espécies para a região.

Esse ano, Ribeiro e colaboradores, pesquisadores vinculados ao Museu de Fauna da Caatinga localizado no Centro de Conservação e Manejo de Fauna da Caatinga, Universidade Federal do Vale do São Francisco, Petrolina, Pernambuco, identificaram oito indivíduos que não pareciam pertencer a nenhuma espécie conhecida. Essa nova espécie foi chamada de Amphisbaena kiriri e foi descrita esse ano. Agora possuímos 23 espécies de Anfisbenas na Caatinga!

Amphisbaena kiriri (Fonte: http://ricardobanana.com.br)

Amphisbaena kiriri (Fonte: http://ricardobanana.com.br)

Para maiores informações segue o link do artigo:

https://www.researchgate.net/publication/325069459_A_New_Species_of_Amphisbaena_from_Northeastern_Brazil_Squamata_Amphisbaenidae

Referencias:

RIBEIRO, Leonardo B.; GOMIDES, Samuel C.; COSTA, Henrique C. A New Species of Amphisbaena from Northeastern Brazil (Squamata: Amphisbaenidae). Journal of Herpetology, v. 52, n. 2, p. 234-241, 2018.

A “mãe de todos os lagartos”

 

O surgimento dos Squamata, grupo das serpentes e dos lagartos, é retratado como um assunto complexo e  controverso pela comunidade científica e, embora seja um dos grupos mais diversos e distribuídos, tem-se poucas informações sobre sua origem evolutiva e sobre como ele se tornou o que é hoje. Um fóssil que foi encontrado há cerca de 20 anos nos alpes italianos levantou suspeitas de ser um parente dos Squamata atuais e após um estudo publicado na revista Nature, está sendo chamado de a “mãe dos lagartos” pelos cientistas por se tratar do fóssil de uma espécie primitiva, Megachirella wachtleri (figura 1) , que viveu há  240 milhões de anos, do qual os lagartos e serpentes teriam evoluído. Esse é o fóssil mais antigo já encontrado relacionado a todos os Squamata da atualidade, mudando a percepção sobre o surgimento do primeiro lagarto para  75 milhões de anos antes do que se pensava atualmente.

MEGACHIRELLA

Figura 1.Esta foto de folheto recebida através do site da Nature em 28 de maio mostra uma cena de vida na região das Dolomitas, no norte da Itália, há cerca de 240 milhões de anos, com Megachirella wachtleri caminhando pela vegetação.(Foto: Davide Bonadonna, AFP / Getty Images)
Fonte: https://www.nature.com/articles/s41586-018-0093-3

 

MEGACHIRELLA Fóssil

Figura 2. Fóssil da espécie Megachirella wachtleri. Fonte: https://www.theguardian.com/science/2018/may/30/worlds-oldest-lizard-fossil-forces-rethink-of-reptile-family-tree

O vídeo abaixo traz mais informações sobre o assunto:

 

Referências:

Publicação na Nature: https://www.nature.com/articles/s41586-018-0093-3 >Acesso em:09/06/2018

Matéria da National Geographic: https://www.nationalgeographicbrasil.com/animais/2018/06/fossil-de-lagarto-mais-velho-do-mundo-encontrado-e-por-que-isso-e-importante  >Acesso em:09/06/2018

Coletiva de imprensa dos autores para a University of Alberta – Canadá: https://www.ualberta.ca/science/science-news/2018/may/scientists-discover-worlds-oldest-lizard-fossil >Acesso em:09/06/2018

Herpetoarte: Sonetilho dos esquamados

O Blog do NUROF-UFC também é um lugar para a divulgação da arte relacionada à herpetologia!

O sonetilho a seguir foi escrito pela Patrícia Gondim, bióloga e doutoranda em Ecologia e Recursos Naturais pela Universidade Federal do Ceará.

Sonetilho dos Esquamados - Patrícia Gondim 1

Um S tem a Serpente
Sibila ruidosamente
Tão oblonga e sinuosa
S é também som e forma

Sorrateira e de repente
Sempre dá medo na gente
Mas há também muita prosa
Que persegue a pobre cobra

Sandice que mata e fere
Quantas forem, uma ou sete
Deixe a serpejante ir

Brilha a cada nova pele
Selvagem e bela serpe
Surucucu, sucuri…

Sonetilho dos Esquamados - Patrícia Gondim 2

Patrícia Gondim

Você também quer que sua herpetoarte seja divulgada pelo Blog do NUROF-UFC?
Entre em contato conosco através do email nurofextensao@gmail.com!

 

NUROF-UFC em Umirim(CE)!

Universo IFCE 2017

No fim do mês passado, dia 31/10, o NUROF-UFC esteve presente em mais uma cidade do interior do Ceará, Umirim. A Diretoria do Instituto Federal do Ceará (IFCE) – Campus Umirim fez o convite à equipe do NUROF-UFC para que estivesse presente em seu evento “Universo IFCE 2017: Educação, Ciência e Desenvolvimento”.

No evento, a Profa. Dra. Diva Maria Borges-Nojosa (Coordenadora do NUROF-UFC) apresentou uma palestra sobre o tema “Diversidade e Biologia das Serpentes”, contendo informações sobre a diversidade e biologia desse incrível grupo da herpetofauna, bem como curiosidades e mitos muito comuns na nossa região. A palestra foi encerrada com a especial participação da artista Oslane de Araújo e sua jiboia, chamada de Boinha, mostrando um exemplo de boa convivência entre os seres humanos e os répteis. Boinha atualmente tem seis anos de idade e 2,75 metros de comprimento (FIGURA 01).

Boinha, jiboia de Oslane de Araújo

Figura 01. Boinha, jiboia (Boa constrictor) de estimação da artista Oslane de Araújo.

Durante a tarde, houve a exposição de exemplares da herpetofauna conservados em álcool e de pôsteres sobre serpentes, com o acompanhamento e explicações dos membros do NUROF-UFC Rafaela Moura, Daniel Frota e Raul Rodrigues (FIGURA 02). Muitos alunos e servidores do IFCE marcaram presença na exposição, principalmente por conta das serpentes conservadas presentes na exposição e da presença da nossa celebridade herpetológica Boinha (FIGURA 03).

NUROF-UFC no IFCE Umirim - Rafaela, Daniel, Raul, Diva, Oslane, Patrícia.jpg

Figura 02. Membros do NUROF-UFC presentes no Universo IFCE 2017 Campus Umirim e outros colaboradores importantes para a exposição do NUROF-UFC. Da esquerda para a direita: Rafaela Moura, Daniel Frota, Raul Rodrigues, Profa. Diva Maria Borges-Nojosa, Oslane de Araújo e Profa. Patrícia Vieira Costa de Paula.

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Figura 03. Membros do NUROF-UFC e alguns visitantes presentes na exposição do NUROF-UFC no Universo IFCE 2017 Campus Umirim.

Toda a equipe do NUROF-UFC ficou extremamente feliz pelo convite e participação em mais um evento fora de Fortaleza, e principalmente por chegar até o público do interior do Ceará através dos trabalhos de Divulgação Científica e Educação Ambiental do NUROF-UFC! O NUROF-UFC agradece o convite e fica aberto a novas participações!

Texto escrito por Thaís Abreu, bolsista de extensão do NUROF-UFC.

Adotar ou matar? Conheça os sapos venenosos que alteram seu comportamento parental de acordo com seu status territorial

Pesquisadores austríacos e norte-americanos mostraram experimentalmente que machos da espécie de sapos venenosos Allobates femoralis ajustam seus comportamentos relacionados às crias de outros machos de acordo com seu status territorial. O macho pode cuidar dos filhotes dos outros se o território for dele, ou pode ingeri-los se ele estiver estabelecendo um novo território.

O anuro Allobates femoralis (FIGURA 01) pertence à família Dendrobatidae, caracterizada por possuir territorialidade (quando um organismo defende seu território) e cuidado parental (cuidado dos pais com seus filhos) por um ou pelos dois pais. O sapo A. femoralis possui machos altamente territorialistas que transportam os girinos recém nascidos dos ovos até corpos d’água que geralmente estão fora de seu território (FIGURA 02). Mas além de levarem suas próprias crias, esses machos também transportam outros girinos de sua espécie que estão em seu território. Os pesquisadores observaram o canibalismo de girinos durante uma disputa territorial, e a partir disso se inspiraram para realizar a pesquisa. Além disso, o comportamento de cuidar de outras crias ou de ingeri-las já era descrito para outras espécies de dendrobatídeos em cativeiro e na natureza, mas nunca se soube sobre os fatores que controlavam tais decisões.

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Figura 01. Um indivíduo adulto da espécie Allobates femoralis, uma espécie de sapo venenoso. Fonte: Pedro Ivo Simões, via Programa de Pesquisa em Biodiversidade do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia.

Esse tipo de comportamento, chamado de infanticídio não-parental,  possui registro em diversos grupos de animais, como mamíferos, pássaros, peixes e artrópodes. Nos mamíferos e aves, o infanticídio não-parental é uma estratégia dos machos para aumentar seus recursos espaciais, seu status social e sua atratividade, além de tornar as fêmeas receptivas ao macho mais cedo, por “terminarem” seus deveres de mãe. Além disso, esse infanticídio diminui a competição por recursos que sua própria cria enfrenta e aumenta seus ganhos nutricionais.

Quando esse tipo de comportamento ocorre em mamíferos e pássaros, é interpretado como sendo fruto da sua inteligência, mas estudos recentes mostram que simples “regras” podem ser utilizadas para resolver problemas complexos, como é o caso do sapo venenoso Allobates femoralis. Esse infanticídio é vantajoso porque é um comportamento que prejudica crias não relacionadas, e leva ao aumento do sucesso reprodutivo do macho que adota esse comportamento, em relação ao sucesso reprodutivo dos outros machos.

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Figura 02. Ovos de Allobates femoralis. Fonte: Lima & Magnusson, via Programa de Pesquisa em Biodiversidade do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia.

Para saber sobre fatores que controlavam tais decisões em relação aos filhotes dos outros machos, os pesquisadores manipularam o status territorial de um grupo de machos. Para os testes, foram utilizados ovos pertencentes a outros machos, que possuíam embriões visíveis, com idade de 9 a 31 dias após a oviposição.

Através da pesquisa, os autores perceberam que as decisões tomadas pelos machos de A. femoralis eram mediadas por sinais territoriais. Quem estava com seu território garantido decidia que cuidaria de qualquer girino presente em seu território, mas quando estavam disputando por um novo território, automaticamente decidiam pelo canibalismo dos girinos. Isso reduz o risco de o macho acidentalmente rejeitar sua cria no momento em que seu território está estabelecido. Esse comportamento também reduz o risco de direcionar mal o cuidado a girinos quando a chances de o macho em questão ser o pai deles é baixa e quando são altos os riscos e custos desses cuidados. Além disso, há um bom ganho nutricional ao ingerir as crias dos outros machos.

Dessa forma, o estudo demonstrou que essa decisão parental flexível entre “cuidado” ou “infanticídio”, para evitar cuidados mal direcionados, pode evoluir em espécies que não convivem em grupo e que apresentam um sistema nervoso relativamente simples.

Todas as informações presentes nesse texto foram extraídas de Ringler et al. (2017). Você pode ler mais sobre essa pesquisa aqui.

Texto escrito por Thaís Abreu, bolsista de extensão do NUROF-UFC.

REFERÊNCIAS

RINGLER, E.; BECK, K. B.; WEINLEIN, S.; HUBER, L.; RINGLER, M. Adopt, ignore, or kill? Male poison frogs adjust parental decisions according to their territorial status. Scientific Reports, v. 7, 2017. Disponível em: < https://www.researchgate.net/profile/Eva_Ringler/publication/314268792_Adopt_ignore_or_kill_Male_poison_frogs_adjust_parental_decisions_according_to_their_territorial_status/links/58bfed98aca2725ebd235bab/Adopt-ignore-or-kill-Male-poison-frogs-adjust-parental-decisions-according-to-their-territorial-status.pdf >.

NUROF-UFC em Boa Viagem (CE)!

I Semana de Ciência e Tecnologia do IFCE Campus Boa Viagem

Nesta semana, dia 25 de outubro, o NUROF-UFC marcou presença na I Semana de Ciência e Tecnologia, promovida pelo IFCE Campus Boa Viagem, do Ceará. O evento tinha como temática “Ciência e Sertão: Aplicações tecnológicas no cotidiano”. O convite foi feito pelo Professor Lincoln Gomes, que ministra a disciplina de Ecologia do Semiárido (FIGURA 01).

No stand do NUROF-UFC foram expostos anfíbios e répteis em geral, como serpentes, lagartos, anfisbenas e quelônios, conservados em álcool. Também foram expostos diversos pôsteres contendo informações gerais sobre a herpetofauna, como, por exemplo, sobre as famílias das serpentes.

Durante a noite, o stand do NUROF-UFC foi visitado por um público bastante diversificado, de populares a universitários, de todas as idades. Os visitantes demonstraram bastante empolgação e curiosidade, principalmente as crianças (FIGURA 02). Os curiosos visitantes perguntaram aos membros do NUROF-UFC sobre curiosidades e mitos relacionados à herpetofauna, principalmente serpentes, que se envolvem em diversos mitos e histórias no interior do estado (FIGURA 03). Nos foi informado que antes do começo do evento, o público já estava ansioso pela mostra dos animais, principalmente das serpentes. A empolgação do público foi tanta que muitos visitantes voltaram novamente acompanhados de amigos e familiares.

O stand do NUROF-UFC foi um sucesso! O NUROF-UFC agradece o convite e oportunidade de divulgar seu trabalho de educação ambiental e divulgação científica!

NUROF-UFC na I Semana de Ciência e Tecnologia do IFCE Campus Boa Viagem 1

Figura 01. Da esquerda para a direita, Eimar Moura, membro do NUROF-UFC, o professor Lincoln Gomes, e Bruno Guilhon, membro do NUROF-UFC, no stand do NUROF-UFC na I Semana de Ciência e Tecnologia do IFCE Campus Boa Viagem. Fotografia por Lincoln Gomes.

NUROF-UFC na I Semana de Ciência e Tecnologia do IFCE Campus Boa Viagem 2

Figura 02. O público estava bastante empolgado e curioso pela exposição do NUROF-UFC, principalmente as crianças! Fotografia por Lincoln Gomes.

NUROF-UFC na I Semana de Ciência e Tecnologia do IFCE Campus Boa Viagem 3

Figura 03. Membros do NUROF-UFC explicam sobre curiosidades e mitos relacionados à herpetofauna, muito presentes no interior do estado. Fotografia por Lincoln Gomes.

Texto escrito por Thaís Abreu, bolsista de extensão do NUROF-UFC.

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