Sobre tartarugas, cágados e jabutis: Parte II


As tartarugas são répteis que vivem nos mares de áreas tropicais e subtropicais. Esses animais possuem casco achatado, e suas patas em forma de nadadeiras, adaptações que lhe permitem melhor hidrodinâmica. Lembrando que elas passam grande parte do tempo solitárias e submersas.

Esses animais possuem sistemas de audição e visão bem desenvolvidos e seu tamanho, quando adultas, pode variar de 1m até 2m de comprimento, atingindo até 600 kg. Em sua dieta são encontrados medusas, camarões, esponjas e águas-vivas. Elas podem viver até mais de cem anos e as fêmeas atingem a maturidade sexual por volta dos 30 anos de idade. É nesta fase que retornam para a praia onde nasceram para depositar os ovos.

Estima-se que de 100 filhotes de tartarugas marinhas nascidas, apenas um chegará à vida adulta. Isso se dá em função da caça predatória por vários anos, além da atuação de predadores naturais. Por isso grande parte das espécies encontra-se ameaçada de extinção.

As espécies semi-aquáticas e que vivem em água doce são chamadas de cágados, sendo conhecidas por possuírem um pescoço maior e mais estreito que o das tartarugas. Para proteger a cabeça, muitos cágados dobram o pescoço para o lado, enquanto outros são capazes de retraí-lo dentro do casco. Outra diferença entre os cágados e as tartarugas é o tamanho dos indivíduos. Os cágados são em média menores, além de possuírem carapaça mais achatada e escura. No entanto, existem espécies de cágados que atingem grande porte. Aqui mesmo no Brasil, há várias espécies amazônicas de grande tamanho corporal, como a tartaruga da Amazônia (Podocnemis expansa), o tracajá (P. inifilis) e o pitiú (P. sextuberculata).

O corpo dos cágados também é adaptado para a natação, por isso existem membranas entre seus dedos. Assim, o modo de vida dos cágados é associado a ambientes aquáticos de água doce, sendo encontrados em rios, açudes e lagos, preferindo ambientes com temperatura entre 10° e 35°. Por isso vivem grande parte do tempo dentro d’água, principalmente na parte mais rasa dos ambientes. Entretanto é comum vê-los em ambiente terrestre tomando um sol, pegando algum alimento ou, no caso das fêmeas, depositando seus ovos.

Grande parte das espécies de cágados é carnívora (alimentando-se de pequenos peixes, moluscos, anfíbios, insetos, crustáceos e vermes), enquanto outras são onívoras (ou seja, se alimentam tanto de outros animais quanto de vegetais). O acasalamento ocorre na água. Após o desenvolvimento do ovo, as fêmeas os enterram em um buraco no solo, sendo comum a postura ocorrer duas vezes em uma mesma temporada reprodutiva.

Lembramos que no Brasil, o comércio desses animais é proibido, embora seja comum ver cágados a venda em lojas.

Foto: Raquel Ribeiro

Já os jabutis são animais terrestre. Possui carapaça convexa e membros robustos, os quais permitem longas caminhadas em terra firme e nenhuma braçada dentro d’água. São animais onívoros (consomem de vários tipos de alimentos), tendo o costume de comer carne, frutas, verduras e legumes. Possuem hábitos diurnos e passam o tempo em busca de alimento. Muito resistentes e quando sentem a aproximação de um predador ou pressentem algum perigo, põem as patas, cabeça e cauda dentro da carapaça, permanecendo parado como se estivesse morto.

Não existem restrições legais para manter um jabuti, para a criação extensiva, porém é necessária a autorização do IBAMA.

Foto: Raquel Ribeiro

Por: Raquel Ribeiro, Graduanda em Ciências Biológicas pela UFC.
VEJA MAIS: Diferenças Existe diferença entre tartaruga, cágado e jabuti?

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23 Respostas

  1. […] This post was mentioned on Twitter by NUROF, gabrielamelo. gabrielamelo said: Texto da Raquel, galera, Confiram:Sobre tartarugas, cágados e jabutis.: http://t.co/E93HSYO […]

  2. […] VEJA MAIS: Sobre tartarugas, cágados e jabutis: Parte II […]

  3. São animais incríveis!
    Merecem total atenção e cuidado.

  4. Gostei, muito bom! ;D

  5. […] RAR As tartarugas são répteis que vivem nos mares de áreas tropicais e subtropicais. Esses animais possuem casco achatado, e suas patas em forma de nadadeiras, adaptações que lhe permitem melhor hidrodinâmica. Lembrando que elas passam grande parte do tempo solitárias e submersas. Esses animais possuem sistemas de audição e visão bem desenvolvidos e seu tamanho, quando adultas, pode variar de 1m até 2m de comprimento, atingindo até 600 kg. Em sua die … Read More […]

  6. muito estudioso
    espetacular

  7. muito bom, tirei minha duvida,pois varias pessoas acham que nao há diferença entre eles, obrigada.

  8. NUROF-UFC, gostaria de saber qual a resistência de um jabuti/cágado quando uma floresta pega fogo? Quando escapam eles ficam com alguma lesão? marilena – 31/05/2012 às 11:58hs

    • Oi, pessoal

      Os quelônios possuem um forte casco a qual protege esses animais de alguns choques mecânicos, dentre outras injúrias. Em relação ao fogo, essa estrutura fornece proteção contra alguns tipos de queimaduras e permite ao animal esconder-se ou tentar atravessar alguns pontos em chama. Entretanto, dependendo da temperatura da pedra ou do tronco em chamas no qual o animal encosta, o casco pode não ser resistente o suficiente e assim danificar-se (lembrar que o casco do animal é formado internamente por ossos e externamente por escudos epidérmicos de queratina). Portanto, o animal pode até sobreviver a algumas queimaduras, mas, certamente, ele terá cicatrizes com isso.

      Apesar dessa questão das queimaduras ser importante, não se pode esquecer que um dos principais problemas que um incêndio pode causar nesses animais é o superaquecimento do indivíduo. As altas temperaturas produzidas por alguns tipos de incêndio superaquecem o quelônio, de modo que as proteínas desse animal desnaturam e ele, consequentemente, morre.

      Para encerrar, convém citar um caso de incêndio na Costa Rica, o qual durou três dias e matou cerca de 120 cágados que estavam sendo estudados. Depois do incêndio, pesquisadores ainda constataram a morte de quase 30 animais seja por danos causados pelo fogo, seja pela seca que sucedeu as chamas.

      Portanto, pode-se ver que os quelônios apresentam uma proteção ao fogo um pouco maior, mas isso não os tornam adaptados à incêndios.

      Espero ter ajudado!

      Abraço

      POR: FABRÍCIO RODRUIGUES, Membro do NUROF-UFC.

  9. Minha tartaruga estava na agua, e hoje coloquei ela para tomar sol. deixei num lugar onde durante a tarde ela pegou sombra, mas de noite a hora que fui colocá-la no aquário ela esta imóvel, acho que morreu, faz 3 horas que ela nao se mexe , será que morreu. Ela tinha deixado de hibernar há alguns dias , será que morreu de fome.

  10. é mentira já estudei sobre isso isso n é verdade

  11. Quanto tempo leva para os ovos do jabuti chocarem?

    • Oi Lu,

      O tempo de incubação varia com a espécie, mas existem outros fatores que podem interferir, como a temperatura, umidade do local onde ocorreu a nidificação, o estado de saúde do indivíduo dentre muitos outros fatores.

      A incubação de Jabuti-Piranga (Geochelone carbonaria) e Jabuti-Tinga (G. denticulata) pode levar de 6 a 9 meses contando-se a partir do momento da postura (FRYE, 1991; FRANCISCO, 1997).

      Att,

      Equipe NUROF Nas Nuvens

  12. Quanto tempo leva para chocar o ovo do cágado e quem sãos os seus predadores ?

    • Olá Alexandre,

      a exemplo: a incubação de Jabuti-Piranga (Geochelone carbonaria) e Jabuti-Tinga (G. denticulata) pode levar de 6 a 9 meses contando-se a partir do momento da postura (FRYE, 1991; FRANCISCO, 1997).

      Quanto à predação eles podem ser predados quando ainda dentro do ovo por mamíferos, outros répteis (lagartos) que venham a desenterrá-los ou sofrer injúrias por invertebrados, fungos e bactérias. No pós eclosão podem ser predados também por algumas aves.

      Att,

      Equipe NUROF Nas Nuvens.

  13. obrigado por essas dicas, tirei proveito.

    Editado por falta de pontoações.

  14. quanto posso vender um filhote de cagado ou jabuti?

    • Olá Marize,

      existem alguns animais da nossa fauna que são comercializados como pets, mas não é tão simples assim. Deve-se ter cadastro no IBAMA se você for comercializar esses animais. Tendo-se que […§ 3º – O comércio virtual ou intermediário de jiboias, jabutis e iguanas sem as condições impostas no caput deste artigo e do art. 3º será considerado ilegal…]

      segue abaixo:

      MINUTA DE INSTRUMENTO NORMATIVO PARA CRIAÇÃO DE RÉPTEIS COMO DE ANIMAIS DE ESTIMAÇÃO

      Considerando o que dispõe a Alínea VII do Artigo 225º da Constituição da República Federativa do Brasil, o disposto nos Artigos 1º, 3º, 6º, 7º, 8º, 9º, 10, 16, 17, 18, 19 e 21 da Lei nº 5.197, de 3 de janeiro de 1967, a Alínea III do Parágrafo 1º e Parágrafo 3º do Artigo 29 e o Artigo 32 da Lei nº 9.605, de 12 de fevereiro de 1998, a Alínea III do Artigo 11 e Artigo 17 do Decreto nº 3.179, de 21 de setembro de 1999;

      Considerando a importância de se ordenar o manejo e o comércio da fauna silvestre em território brasileiro, aliando o acesso às espécies silvestres na natureza e a sua criação racional em sistemas controlados, na busca da conservação dos estoques faunísticos na natureza, dos ambientes e criadouros naturais e na produção e manutenção de estoques em cativeiro por meio de atividades comerciais dentro de princípios sustentáveis e tendo em vista o que consta do Processo Ibama nº 02001.002282/02-77 – Adm. Central, RESOLVE:

      DA CRIAÇÃO COMERCIAL E DO COMÉRCIO DE JABUTIS, IGUANAS E JIBOIAS

      Art. 1º – A criação e manutenção em cativeiro do jabuti, Geochelone carbonária e Geochelone denticulata, da iguana, Iguana iguana e da jiboia, Boa constrictor amarali e Boa constrictor constrictor em território nacional, em criadouros comerciais visando a produção de animais de estimação e o comércio desses animais no mercado interno e externo será regulamentado por esta Instrução Normativa.
      § 1º – Para os efeitos desta Instrução Normativa entende-se como animal de estimação os espécimes da fauna silvestre mantidos pelo homem em domicílio doméstico para entretenimento próprio, sem propósito reprodutivo ou de abate.

      Art. 2º – A criação comercial e o comércio em território brasileiro dos animais citados no artigo 1º será permitido somente para pessoas maiores de 18(dezoito) anos.

      Art. 3º – Os criadouros comerciais, assim regularmente cadastrados e licenciados no Ibama, e que reproduzam animais de estimação, conforme as normas desta Instrução Normativa, querendo comercializá-los diretamente ao público, não precisarão se cadastrar no Ibama na categoria de comerciante.
      § 1º – Os criadouros deverão comunicar ao Ibama o comércio feito com os animais, sendo pré-requisitos para o comércio o compromisso de:
      a) a venda de animais com identificação eletrônica por meio de micro-chip, a ser implantado pelo criadouro tão logo os espécimes comportarem e em local recomendado pelas normas da UICN;
      b) envio semestral ao Ibama do cadastro dos compradores.
      c) apresentação ao Ibama, periodicamente, ou a qualquer tempo e sempre que solicitado, da declaração de estoque do plantel, para o controle de animais mantidos em cativeiro.
      d) anotação, em livro de registro próprio, da baixa do número do chip eletrônico correspondente, no caso de morte do animal.
      e) apresentação de laudo médico veterinário, no caso de morte dos animais, onde esteja registrado o número e marca do chip eletrônico correspondente, conforme inciso anterior.
      f) afixação de cartaz ou tabuleta no criadouro, informando ao público comprador ou visitante dos riscos de doenças e das potenciais conseqüências danosas das fugas ao meio ambiente e dos cuidados com os animais que estão sendo comprados; e
      g) venda dos animais condicionada ao fornecimento ao comprador, do certificado de origem, contendo em seu verso, instruções impressas com as informações esclarecimentos citados no inciso “f”, assim como de comunicação oficial da necessidade de envio de laudo de necropsia ao criadouro de origem, no caso de morte dos animais, conforme inciso “e” e conforme modelo adotado pelo Ibama.

      Art. 4º – A pessoa jurídica que passe a comercializar animais de estimação procedentes dos criadouros regulamentados por esta Instrução Normativa deverá, necessariamente, cadastrar-se no Ibama categoria de comerciante de espécimes da fauna silvestre e exótica, partes, produtos e
      subprodutos.
      § 1º – Uma vez efetuado o cadastro e autorizado o referido comércio. sujeitar-se-á o comerciante às mesmas regras estabelecidas no artigo anterior.
      § 2º – Sujeitam-se às mesmas regras todos aqueles que comprarem os animais com finalidade de revenda à particulares (vendedores e comerciantes).
      § 3º – O comércio virtual ou intermediário de jibóias, jabutis e iguanas sem as condições impostas no caput deste artigo e do art. 3º será considerado ilegal.

      Art. 5º – Tanto o criadouro como o comerciante, para efetuarem o comércio de animais para o público, deverão seguir os seguintes procedimentos:
      a) assinatura de termo de compromisso entre o comprador e o vendedor, contemplando:
      a1) compromisso de não reprodução dos espécimes, salvo por circunstância distinta da vontade do comprador, que deverá imediatamente ser comunicada ao Núcleo de Fauna do Ibama mais próximo;
      a2) comunicação imediata e apresentação de boletim de ocorrência (BO), ao ciradouro e/ou ao comerciante (vendedor), ou ainda ao Ibama, no caso de fuga ou roubo de animais;
      a3) a não liberação dos animais à natureza, em caso de desistência da sua manutenção em cativeiro;
      a4) a transferência de posse a terceiros, em caso de desistência, mediante a lavratura em cartório de um termo de transferência de posse. constando deste a transcrição de todos os compromissos assumidos pelo proprietário anterior, com a anuência expressa daquele que está recebendo o animal, além das vias originais do documento que oficializou o comércio e do certificado de origem expedido pelo criadouro de origem; e
      a5) a possibilidade de devolução dos animais, que devem ser recebidos pelo vendedor ou pelo criadouro, em retorno e sem ônus para quaisquer das partes, no caso de desistência da compra ou de sua manutenção em cativeiro.

      DA CRIAÇÃO, TRATAMENTO E MANUTENÇÃO DOS ANIMAIS

      Art. 6º – A pessoa física ou jurídica que praticar atos de maus tratos, abuso ou crueldade contra os animais contemplados por esta IN, em qualquer situação, incluindo aqueles objeto de transporte, comércio, manutenção temporária ou definitiva em cativeiro, serão punidos dentro do que preceitua a legislação em vigor, do ponto de vista civil, criminal e administrativo.
      § 1º – Considera-se abuso, maus tratos e crueldade qualquer ação humana praticada contra os animais e que possa caracterizar dor, tortura, humilhação, exposição ao ridículo, prática de bestialidade, zoofilia erótica, abandono, privação de água, alimento e abrigo, realização de rinhas, falta de higiene, manutenção ou condicionamento não compatíveis com as características biológicas e comportamentais da espécie.
      § 2º – A caracterização de maus tratos e abusos será feita mediante laudo técnico elaborado por profissional habilitado que tenha notório conhecimento sobre a biologia e o comportamento da espécie ou que domine o tema relacionado aos atos de abuso e crueldade cometidos contra animais.

      Art. 7º – O Ibama poderá realizar vistoria ou ação fiscalizatória nos criadouros e comerciantes em qualquer tempo para a averiguação do plantel, estoques e documentação.
      Parágrafo Único – O Ibama poderá solicitar, com antecedência de 10 (dez) dias, a presença do responsável técnico pelo criadouro, quando da realização de vistorias de rotina.

      Art. 8º – O criadouro e o comerciante deverão preencher e enviar pela página do Ibama na Internet, anualmente, relatório contendo a declaração de estoque do plantel, que deverá ser analisado pelo Núcleo de Fauna da Unidade do Ibama com jurisdição sobre o empreendimento e que poderá solicitar esclarecimentos em caso de dúvidas ou de informações conflitantes.
      Parágrafo Único – O criadouro e o comerciante deverão manter em seu poder, pelo prazo de 5 (cinco) anos, as segundas vias dos certificados de origem e dos documentos dos animais que foram comercializados.

      Art. 9º – A comercialização de jibóias, jabutis e iguanas no mercado externo somente poderá ser autorizada observando-se as exigências da Convenção sobre o Comércio Internacional de Espécies da Fauna e da Flora em Risco de Extinção (Cites).

      Art. 10 – Os criadouros e comerciantes de répteis de estimação já instalados, deverão se
      adequar às novas regras estabelecidas quanto ao seu funcionamento, num prazo de até 180 dias (cento e oitenta dias).

      Art. 11 – Os processos de licenciamento e cadastro dos criadouros comerciais de répteis para produção de animais de estimação em andamento no Ibama deverão ser reavaliados quanto a escolha das espécies e o comércio a ser praticado.
      Parágrafo Único – Caso o interessado mantenha a disposição em dar seguimento em sua análise, os projetos de criação e o comércio deverão se adequar as normas aqui estabelecidas.

      Art. 12 – Pedidos para a criação comercial de outras espécies de répteis silvestres para os fins de produção de animais de estimação deverão ser analisados pelo Núcleo de Fauna do Ibama nas Gerências Executivas dos Estados, e, dentro do principio de precaução e cautela, serem submetidos à analise de especialistas.

      Art. 13º – Os casos omissos serão resolvidos pela Presidência do Ibama, ouvidas a sua Gerência Executiva e a Diretoria de Fauna e Recursos Pesqueiros-Difap.

      Equipe Nurof nas nuvens.

  15. Quanto tempo um jabuti pode ficar sem alimentação?

    • Olá Sônia,

      alguns répteis podem aguentar grandes períodos sem se alimentar,visto que possuem metabolismo bem mais lento do que outros grupos de vertebrados. Porém, períodos muito longos sem a alimentação adequada pode levar o animal a ter muitos problemas de saúde, pois vários distúrbios nutricionais encontrados em répteis criados em cativeiro são devido a má alimentação. Dentre os mais comuns citados pelos estudos, destacam-se problemas na ingestão e no metabolismo de cálcio, que causa deformações no casco dos quelônios, como o jabuti, e muitos outros problemas.

      Para mais informações: https://blogdonurof.wordpress.com/2013/09/14/repteis-como-animais-de-estimacao-dificuldades-e-problemas/

      Atenciosamente.

      John A. Andrade, Membro NUROF-UFC.

  16. Muito bom ! Gostei das explicações! Posso conseguir autorização do IBAMA se ja possuo o animal ganhei um casal que estavam atropelados cuidei estao bem agora vivem buna chacara. Corro o risco de ser denunciada por ter esses cágados.

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