Lachesis muta, a Surucucu!

Lachesis muta (Surucucu) – Foto: Hugo Fernandes-Ferreira

Lachesis muta (Surucucu) – A maior serpente peçonhenta das Américas e o maior viperídeo do mundo, que pode chegar a 3,5 m de comprimento. Possui uma das maiores presas de inoculação dentre todas as serpentes e seu bote pode alcançar até dois terços de distância em relação ao seu corpo (chegando, portanto, a até 2m de bote). O efeito do seu veneno tem ação proteolítica, coagulante e hemorrágica. Espécie noturna, alimenta-se preferencialmente de pequenos mamíferos, encontrados principalmente pelo olfato (realizado através da língua) e pelas fossetas loreais capazes de detectar até 0,003 graus Celsius de calor. É distribuída em parte da América Central e do Sul, principalmente em áreas úmidas florestadas como Amazônia e Mata Atlântica.

Por: Hugo Fernandes, pesquisador colaborador do NUROF-UFC

Chelus fimbriatus (mata-mata)

Chelus fimbriatus (mata-mata) Foto: Hugo Fernandes-Ferreira

Chelus fimbriatus (mata-mata) – Quelônio ocorrente na Amazônia, de hábito aquático. É bem difícil de ser encontrado, pois além de viver em ambientes lodosos e barrentos, seu casco, cabeça e membros se confundem com folhas caídas e pedras e, ainda por cima, ficam repletas de algas. Possui a região nasal protraída para cima, como um snorkel. É ovíparo, se alimenta de pequenos peixes, crustáceos e insetos, através de botes muito rápidos. Seu pescoço, maior do que a coluna vertebral, pode ser esticado para muito além da carapaça.

Por: Hugo Fernandes-Ferreira, pesquisador colaborador do NUROF-UFC.

Polychrus marmoratus

Por Hugo Fernandes-Ferreira

Polychrus marmoratus Foto Hugo Fernandes-Ferreira

Polychrus marmoratus (papa-vento) – Lagarto diurno que habita áreas florestadas da Amazônia e Mata Atlântica (inclusive os brejos nordestinos), possui hábito arborícola e se alimenta de pequenos insetos e plantas.

Hypsiboas albomarginatus

Por Hugo Fernandes-Ferreira

Hypsiboas albomarginatus Foto Hugo Fernandes-Ferreira

Hypsiboas albomarginatus (rã verde) – Espécie facilmente encontrada na Mata Atlântica e parte da Amazônia, onde se reproduz em pequenas poças d’água. É noturna, vive sobre galhos e folhas de arbustos baixos e se alimenta de pequenos insetos.

Oxybelis aeneus

Oxybelis aeneus Foto: Hugo Fernandes

Oxybelis aeneus (cobra-cipó). Serpente de hábito arborícola, diurna e bem distribuída em quase todo o Brasil. Apesar de irritadiça e possuir produção de veneno, não oferece risco algum à vida humana, pois a peçonha é forte o suficiente para matar lagartos e pequenos anfíbios apenas, base principal de sua dieta.

Por: Hugo Fernandes, pesquisador colaborador do NUROF-UFC

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